A roda da fortuna gira na mente dos sonhadores
Eu, um pensador convicto de alma desolada
Agora busco o meu “eu”, mas como encontrá-lo?
Uma modificação errônea no manifesto da verdade
Compreender o desconhecido da vida é algo inexistente
E eu espero o trem passar para me embarcar sem destino
Mudanças, elas provêem da recuperação
Coragem, o desanimo em dias sombrios só trará regozijo aos teus inimigos
Um ciclo que se desfaz, um ciclo que se inicia
Minha vida, coração sozinho, voa além no infinito
O ciclo volúvel formou-se na areia e deixou o mar a ti levar
Minhas lembranças que queimam, centelha
O ciclo de fogo que ferve em tuas veias
A essência deste ser soberbo
Em ciclos se resume em peso
Um sopro da noite congelou-me a alma
O Ciclo de ar frio, solidão apenas traga
Eu vago sobre a terra, o céu e mais além
Meu ciclo eu conheço e desconheço a tua marca
Oh força que rege o mundo, livrai-me de tal desventura!
Perturbado então estou, e meu ciclo recomeça
Um meu eu que lá se vai, outro ser aqui desperta
E com ele vem o ciclo, de mistério e sinfonia
Ave que em seu ninho crescia, do medo se despiu
Eis que o ciclo se iniciou, uma nova era começou
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