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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Devaneio Celeste




Se dos meus sonhos nascer um sopro de amor
Que seja trazido nas asas de um anjo
Para que em tom cálido de voz me submeta
Revelando na alma o doce fervor

O descanso dos dias me abraça mais cedo
O sopro do vento leva os meus anseios
Delgado o aroma do sol sobre as águas
No som de tua graça está meu desejo

Semblantes de sonhos são sempre insípidos
Iludem na noite um caminho perdido
Alimentando fé de um distante paraíso

Amor que navega no sangue dos corpos
Deságua na praia de uma ilha esquecida
Anseios que são perdidos nos cosmos

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