Há
o sussurro no soturno ambiente
Que
despreza os semblantes dos rostos complacentes
Eles
celebram seus feitiços e fazem sacrifícios
Resguardam
os puros dos corações pervertidos
Oh!
Eu, meu eu, porque extraístes o rosto que eu tanto conhecia?
Fazendo-me
refletir em perguntas pérfidas!
Mutilando
meu semblante com tal desarmonia!
Eu
questiono o insinuado
Farejo
o perfume alem da essência
Mas
tenho andado perturbado
Com
minha perda de consciência
Minha
Feiticeira! Privai-me do Amor?
Por
que meu coração continua vazio?
Para
preenchê-lo com tamanha dor?
Os
sussurros metafísicos fazem de mim seu poço místico
Onde
provamos a realidade, a solidão e a felicidade
Fazendo
do perfeito um formato elíptico
Sendo
perfeita e verossímil a relativa verdade
Minha
fada! Concede-me um desejo?
Afaste
de mim o sopro da metáfase
O
descobrimento que suprime a felicidade
Pois
hoje desejo apenas ver o que vejo