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quinta-feira, 24 de junho de 2010

Almas Do Outono




Nos campos do outono me recordo da infância
Fragmentos em cores e doces lembranças
Somos como crianças dando passos no caminho
Em seus ninhos no outono o constante vento frio

No outono flores não se desabrocham
Más onde está a magia de tudo isso?
Do outono vem a mudança do anseio e o precipício

As pessoas correm para os bares cheios de esperanças estúpidas
Más não encontrarão abraços, más sim um jogo de mentiras
Como pode se livrar um coração pesado?
Nos lamentos do outono estarei entrelaçado

A ilustre barca leva os nobres para muito longe alem
Sua ultima viagem para um reino tão distante
Onde a pobre alma descansa em outono constante

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